Hoje foi o meu exame da quarta. Não foi na minha escola, mas numa da sede do concelho, ao lado da Casa da Criança, onde está uma estátua dum rapazinho a tocar uma trombeta longa.
De manhã, uma prova escrita parecida com as que estava habituada a fazer e, de tarde, a oral. Não achei nada difícil, pois correu-me muito bem. Não dei erros no ditado e acertei todos os problemas. Fiquei aprovada, claro, nem outra coisa estava à espera, depois de tanto esforço despendido! Fiquei a saber que um dos professores é amigo de um dos meus irmãos, pois quando ele viu o meu nome, perguntou-me se eu seria a sua irmã. E conheci uma menina, a Joana, que me disse que ia estudar para o Ciclo e me perguntou se eu também iria. Respondi que não sabia, que o meu pai é que mandava. Então ela insistiu com o meu pai e ele disse que ia pensar no assunto. Estou com esperança de que ele me deixe ir, uma vez que já lá teria uma amiga.
No fim da oral o pai trouxe-me ao parque infantil.
O parque infantil fica no jardim da Várzea e é muito bonito. Tem canteiros de flores no meio de grandes relvados e é coberto de grandes árvores que fazem sombras fresquinhas. De um dos seus lados corre o rio que passa debaixo da ponte.
É a primeira vez que me aventuro no escorrega e nos cavalinhos de roda. Um baloiço, esse já tinha experimentado. Os manos fizeram-me um, na figueira ao pé da eira, e posso balançar-me nele, sempre que me apeteça, durante as tardes depois da escola, desfrutando da sombra da árvore, enquanto me delicio a observar os pardalitos que trabucam nos seus ramos.
Um após outro, experimento os brinquedos novos, entranhando os pés na areia, com a sofreguidão de querer eternizar estes momentos, neste lugar que me parece ser o remate de uma etapa e, ao mesmo tempo, me indicia um universo por descobrir.
De manhã, uma prova escrita parecida com as que estava habituada a fazer e, de tarde, a oral. Não achei nada difícil, pois correu-me muito bem. Não dei erros no ditado e acertei todos os problemas. Fiquei aprovada, claro, nem outra coisa estava à espera, depois de tanto esforço despendido! Fiquei a saber que um dos professores é amigo de um dos meus irmãos, pois quando ele viu o meu nome, perguntou-me se eu seria a sua irmã. E conheci uma menina, a Joana, que me disse que ia estudar para o Ciclo e me perguntou se eu também iria. Respondi que não sabia, que o meu pai é que mandava. Então ela insistiu com o meu pai e ele disse que ia pensar no assunto. Estou com esperança de que ele me deixe ir, uma vez que já lá teria uma amiga.
No fim da oral o pai trouxe-me ao parque infantil.
O parque infantil fica no jardim da Várzea e é muito bonito. Tem canteiros de flores no meio de grandes relvados e é coberto de grandes árvores que fazem sombras fresquinhas. De um dos seus lados corre o rio que passa debaixo da ponte.
É a primeira vez que me aventuro no escorrega e nos cavalinhos de roda. Um baloiço, esse já tinha experimentado. Os manos fizeram-me um, na figueira ao pé da eira, e posso balançar-me nele, sempre que me apeteça, durante as tardes depois da escola, desfrutando da sombra da árvore, enquanto me delicio a observar os pardalitos que trabucam nos seus ramos.
Um após outro, experimento os brinquedos novos, entranhando os pés na areia, com a sofreguidão de querer eternizar estes momentos, neste lugar que me parece ser o remate de uma etapa e, ao mesmo tempo, me indicia um universo por descobrir.